Branca de Neve e os Sete Anões Professores


Numa linda manhã de Primavera, aconteceu algo muito importante para o reino da Flor Amarela: a pequena princesa nasceu! A menina era branca, tão branca como flocos de neve, daí o seu nome – Branca de Neve.
Passado algum tempo, a rainha , sua mãe, faleceu. Branca de Neve ficou revoltada e passou a ter comportamentos muito estranhos.
O rei estava farto e não parava de contratar os melhores professores mas nada nem ninguém a fazia mudar!...
Até que um dia veio um anúncio no jornal que dizia:

“Sete anões professores
educam qualquer um sem problemas.
Se estiver interessado ligue para
o número: 917722417”

O rei decidiu arriscar e, passada uma semana, já Branca de Neve estava nas mãos dos sete anões.
Os anões eram muito rigorosos por isso Branca de Neve não gostava nada deles. Era ela quem cozinha, arrumava, limpava, enfim, tratava de tudo. Os anões eram electricistas e tinham uma empresa chamada “ Anões Luminosos e Companhia, Limitada”.
Mas o engraçado foi que Branca de Neve, com o decorrer dos dias, passou a gostar dos anões. Pouco a pouco, ela foi-se tornando mais compreensiva, mais adulta…
Os anões aperceberam-se disso e ligaram ao rei para a vir buscar. O rei disse que chegava dentro de dois dias.
Entretanto, Branca de Neve encontra um rapaz muito giro, de cabelo loiro e olhos azuis. A princesa apaixonou-se! Trocaram logo o número de telemóvel.
Quando Branca de Neve chegou ao castelo e foi ter com o rei, seu pai, houve uma surpresa: ela estava mais rabugenta do que nunca pois o namorado tinha acabado com ela!
Os anões foram despedidos e Branca de Neve viveu infeliz para sempre!...


Trabalho elaborado por:
Marta Cristina Soares Moreira
Nº 22

João Sem Medo

Era uma vez um menino que se chamava João Sem Medo, mas na verdade ele tinha medo de tudo!...
Andou a espalhar pela aldeia que não tinha medo de nada.
E um dia o rei disse-lhe:
- Vais passar 3 noites no castelo. Se não tiveres medo de nada, dou-te a mão da minha filha em casamento!
João aceitou, porque queria casar com a princesa. Nem pensou que ia ter medo, pois era medricas.
Na primeira tarde, João sentou-se debaixo de uma árvore.
E, de repente, apareceu um lobo mau que o queria comer.
João conseguiu defender-se com um pau que tinha à mão.
Depois, chegou ao castelo e foi descansar.
Apareceu-lhe então um fantasma. Ele ficou tão aflito que se escondeu debaixo da cama.
Na segunda noite, João ia passear pelo castelo. Apareceram três gatos maus que o queriam morder. João começou a correr cheio de medo.
Na terceira noite, apareceu-lhe um gigante. O João Sem Medo enfrentou-o mas era tal o medo que sentia que desatou a tremer todo e fugiu.
Foi assim que o rei descobriu que ele tinha medo de tudo e de todos.
Começaram a chamar-lhe João Com Medo.
Quando o viam, toda a gente se juntava e dizia:
-Olha o João Com Medo, olha o João Com Medo…
E assim ele aprendeu que nunca se deve mentir!

Ana Catarina Lourenço

A Formiga e a Cigarra apaixonada

Era uma vez uma formiga muito trabalhadora que durante o Verão trabalhava no campo de milho.
Ao lado da sua casa vivia uma cigarra que dormia de noite e de dia cantarolava. Esta tinha encontrado a sua alma gémea no coração da formiguinha.
Um dia, a cigarra lá ia muito janota, de fato e gravatinha de linho, pedir à formiguinha se queria casar com ela.
A formiga não achou que o casamento corresse bem mas, lá no fundo, tinha um fraquinho pela cigarra.
Afinal não se diz que os opostos se atraem?!...
Quando se deu o casamento, foram em lua-de-melb para o Havai e voltaram muito felizes.
No fim desta história alguém mudou pois a cigarrinha, aquela dorminhoca, hoje em dia trabalha horas e horas a fio para ajudar a mulher!...

Trabalho elaborado por: Eduardo Castro - 5ºI

O Patinho Bonito

Numa bela manhã, em que o sol acabara de nascer, uma patinha roliça dava à luz cinco belos patinhos amarelinhos.
Era tão lindo ver aqueles patinhos a sair da casca!...
Todos eram iguais, mas havia um muito especial, era diferente de todos os outros, na verdade era o mais bonito.
Este era branco como a mãe e tinha uns belos olhos azuis, claros e fofos.
Aos poucos e poucos, os patos foram crescendo e aprendendo a nadar, nadavam muito bem, mas o que nadava melhor era o patinho branco.
Quando chegou a hora de procurar alimento, os cinco patinhos cheios de fome procuraram-no entre as ervas do campo.
Todos arranjaram mas o tal patinho que nascera primeiro conseguira maior quantidade!
Todos ficaram espantados e sentiam inveja do irmão que fazia tudo, tudo melhor do que eles!...
Um dia, fartos do irmão, decidiram pregar-lhe uma valente partida!
Quando estivesse a nadar afogá-lo-iam sem dó nem piedade!
A mãe não reparara porque estava muito ocupada a fazer o ninho.
Será que o patinho se tinha safado?!...
Por sorte não se afogara, pois nadara muito bem debaixo de água.
A paisagem era bonita mas tinha de voltar para terra.
Perto dali ficava o bosque!
Cheio de sede e faminto procurou um lugar para ficar.
Ao longe, avistou uma bela casa, aproximou-se e bateu à porta.
Ninguém atendeu, por isso resolveu entrar!
Mal entrara viu sete pequenos bancos à volta de uma mesa, sete copos, sete talheres, um armário, um fogão, uma taça de cereais…
Ao ver os cereais ficou deliciado, não resistiu e foi comê-los.
Meio ensonado, avançou e foi parar a um quarto, com sete pequenas camas e adormeceu.
Os anões, ao chegarem da cansativa caça ao tesouro, tiveram uma grande surpresa.
Viram que alguém tinha entrado em casa sem permissão.
O mais velho disse:
-Está alguém a invadir a nossa casa, vamos fazer alguma coisa.
-Oh, se calhar é a Branca de Neve!
-Não me parece que ela fosse capaz de comer uma taça de cereais!...
-Ai, estou exausto, vou descansar! – exclamou um deles – Meu Deus, o que é isto?
-É um pato, óbvio – retorquiram os outros.
-Vamos acordá-lo.
O pato assustou-se, acordou e desculpou-se:
-Desculpem entrar em vossa casa sem permissão, mas estava cheio de fome e com sono.
Eles compreenderam, já que lhes acontecera coisas assim na história da Branca de Neve.
Ficaram amigos e o patinho ficou a viver lá.
No dia seguinte, a Branca de Neve foi visitar os anões, viu que tinham visitas e foi cumprimentar o pato.
-Branca de Neve, o que vieste cá fazer? – exclamou um deles.
-Vim convidar-vos para o meu casamento e tive uma brilhante ideia.
-Porque é que o pato não é o menino das alianças?
Assim foi! Depois do casamento, o patinho ficou a viver no castelo de Branca de Neve e nunca mais teve problemas!

Trabalho elaborado por: Cláudia Sousa - 5ºI

A Branca de Neve e os sete anões – história às avessas

Era uma vez uma menina chamada Branca de Neve. Esta menina era muito má e não gostava nada da esposa do rei, seu pai. A madrasta era correcta e impunha respeito, o que fazia com que a menina a detestasse ainda mais porque assim não podia fazer o que queria.
Certo dia, a Branca de Neve preparou um plano contra a sua madrasta, que consistia em chamar um dos seus empregados para a levar para a floresta, matar e retirar o coração.
A madrasta apareceu na floresta, o caçador viu-a mas teve tanta pena que não a matou. Tirou o coração a um veado para mostrar à Branca de Neve e regressou ao palácio.
Enquanto passeava pela floresta, a madrasta encontrou uma pequena casa onde viviam sete anões. Bateu à porta e pediu-lhes se podia ficar lá a viver. A resposta dos anões foi afirmativa e a madrasta instalou-se na pequena casinha.
No dia seguinte, os sete anões, como de costume, foram trabalhar para as minas e a madrasta foi dar um passeio. Nesse mesmo dia, a Branca de Neve também estava a passear e viu a sua madrasta bem viva. A madrasta não a viu e continuou calmamente o seu passeio.
Depois deste episódio, a Branca de Neve, vestiu-se de vendedora de maçãs para enganar e envenenar a sua madrasta. Esta, acabada de chegar a casa, abriu a porta à vendedora de maçãs disfarçada que lhe perguntou se queria uma maçã. A madrasta aceitou, comeu a maçã envenenada e desmaiou. Só uma pessoa muito especial a podia acordar, quebrando assim o feitiço.
Os sete anões regressaram da mina e acharam que a madrasta estava morta. Passado algum tempo, um dos anões (o mais amigo da madrasta) beijou-a para se despedir dela para sempre. A madrasta acordou imediatamente e ficaram todos muito felizes. Acabou por casar com o anão que a tinha salvo e viveram felizes para sempre.
A Branca de Neve regressou ao palácio e acabou por se arrepender do que fizera, pois o rei casou novamente com uma mulher que nem sequer gostava dela e lhe fazia a vida num inferno! Assim, teve o seu merecido castigo…

Diogo João Magalhães Silva 5:I Nº:15

A Cinderela


Era uma vez uma menina chamada Cinderela.
A mãe da Cinderela morreu e a menina tornou-se um pouco agressiva e má.
O pai casou-se e a sua madrasta tinha duas filhas que eram muito simpáticas.
Cinderela obrigava as suas meias-irmãs a trabalhar e a madrasta não podia fazer nada porque o seu casamento poderia acabar.
Um dia, Cinderela recebeu um convite para ir a um baile e as suas meias-irmãs ouviram e perguntaram se podiam ir. Ela disse que sim, mas primeiro tinham que arrumar.
Elas foram logo para o quarto arranjar um vestido, depois foram arrumar.
Elas conseguiram fazer todo o trabalho e foram ao baile.
A Cinderela encontrou um belo príncipe com quem dançou. A meio de uma dança perdeu o seu sapato, caiu e ficou envergonhada de tal maneira que se foi embora.
O príncipe nem sequer ligou e continuou a dançar.
Ele encontrou um sapato e perguntou de quem era mas ninguém respondeu. Então decidiu que todas as meninas o deviam experimentar. Serviu a uma das meias-irmãs da Cinderela, a Anastácia.
Quando a Cinderela descobriu ficou furiosa porque o sapato não era da sua meia-irmã, era dela.
Então começou a dar tantos saltos que desapareceu debaixo da terra.
E assim, Anastácia ficou feliz com o príncipe.
Fizeram uma grande festa, convidaram a Branca de Neve, o Capuchinho Vermelho, o João Sem Medo, os Três Porquinhos, a Bela Adormecida…
Só Cinderela não apareceu…Segundo dizem perdeu-se num dos milhares de labirintos de toupeira que existem debaixo da terra!

Ana Rita Sousa Moreira
Nº 6 5ºI