A Branca de Neve e os sete anões – história às avessas

Era uma vez uma menina chamada Branca de Neve. Esta menina era muito má e não gostava nada da esposa do rei, seu pai. A madrasta era correcta e impunha respeito, o que fazia com que a menina a detestasse ainda mais porque assim não podia fazer o que queria.
Certo dia, a Branca de Neve preparou um plano contra a sua madrasta, que consistia em chamar um dos seus empregados para a levar para a floresta, matar e retirar o coração.
A madrasta apareceu na floresta, o caçador viu-a mas teve tanta pena que não a matou. Tirou o coração a um veado para mostrar à Branca de Neve e regressou ao palácio.
Enquanto passeava pela floresta, a madrasta encontrou uma pequena casa onde viviam sete anões. Bateu à porta e pediu-lhes se podia ficar lá a viver. A resposta dos anões foi afirmativa e a madrasta instalou-se na pequena casinha.
No dia seguinte, os sete anões, como de costume, foram trabalhar para as minas e a madrasta foi dar um passeio. Nesse mesmo dia, a Branca de Neve também estava a passear e viu a sua madrasta bem viva. A madrasta não a viu e continuou calmamente o seu passeio.
Depois deste episódio, a Branca de Neve, vestiu-se de vendedora de maçãs para enganar e envenenar a sua madrasta. Esta, acabada de chegar a casa, abriu a porta à vendedora de maçãs disfarçada que lhe perguntou se queria uma maçã. A madrasta aceitou, comeu a maçã envenenada e desmaiou. Só uma pessoa muito especial a podia acordar, quebrando assim o feitiço.
Os sete anões regressaram da mina e acharam que a madrasta estava morta. Passado algum tempo, um dos anões (o mais amigo da madrasta) beijou-a para se despedir dela para sempre. A madrasta acordou imediatamente e ficaram todos muito felizes. Acabou por casar com o anão que a tinha salvo e viveram felizes para sempre.
A Branca de Neve regressou ao palácio e acabou por se arrepender do que fizera, pois o rei casou novamente com uma mulher que nem sequer gostava dela e lhe fazia a vida num inferno! Assim, teve o seu merecido castigo…

Diogo João Magalhães Silva 5:I Nº:15

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