É verdade, não o podemos negar! Mas, após a leitura de tantos contos, já não nos chegam os pontos a acrescentar... Por isso, reinventámos os contos lidos, cruzámos as histórias que nos acompanharam ao longo destes últimos anos, ao sabor da nossa imaginação. Surge assim o projecto “Histórias às avessas”. Relaxem, leiam e…divirtam-se!
Alunos do 5ºI
Professora de Língua Portuguesa
A princesa e os seus desejos
Era uma vez uma princesa chamada Alice que tinha cabelos loiros, olhos azuis, usava um vestido cor-de-rosa e uns sapatos doirados. Era simpática e carinhosa.Certo dia encontrou o seu príncipe encantado: era um jovem de cabelos castanhos e olhos verdes, simpático mas com um ar distante e misterioso.
A princesa Alice, para saber se tinha hipóteses de conquistar o príncipe, decidiu pedir ajuda a um vidente. Partiu no seu cavalo alado e dirigiu-se a casa do famoso vidente que lhe disse que se fosse persistente o conseguiria conquistar. A princesa agradeceu e, toda feliz, foi pelas ruas procurar o seu amado.
Passado algum tempo, encontrou um castelo. A jovem tinha a certeza que era lá que o príncipe morava. Ao entrar no castelo, encontrou uma enorme escadaria. Silenciosamente, começou a subir as escadas, mas caiu numa ratoeira e magoou-se.
O príncipe , ao ver a princesa Alice presa na ratoeira, foi socorrê-la e levou-a para o seu quarto.
No dia seguinte, a princesa ficou na cama porque ainda estava muito magoada no pé. O príncipe por ali ficou a tratar da jovem... Conversa puxa conversa e o inevitável aconteceu: os jovens apaixonaram-se.
Não tardou a boda do casamento! Passados alguns anos tiveram um filho que foi dos filhos mais queridos do mundo!...
Carlos Daniel Nº12 e Diogo Silva Nº15
Os três porquinhos
Três porquinhos viviam na casa da sua avó.Um dia foram correr mundo à procura de alguma sorte.
O primeiro porquinho encontrou uma jovem rapariga que tinha ido a uma floresta procurar lenha. O porquinho pediu-lhe um molho de lenha.
Inesperadamente, a jovem pegou na sua pistola e deu-lhe dois tiros na cabeça. Depois, enterrou-o no meio da floresta para ninguém o encontrar.
Mas quem matou o porquinho?! Pois bem… Foi a Branca de Neve!
O segundo porquinho foi ter a casa de uns senhores que o prenderam numa corte. Passado um mês, bem alimentado, foi morto e servido ao jantar. Esses senhores eram conhecidos pelos sete anões.
O último porquinho teve o mesmo azar!
Foi ao encontro de uma bela menina chamada Capuchinho Vermelho. Quando chegaram à estrada, ela apanhou-o distraído e empurrou-o. O pobre porquinho foi atropelado por um camião.
Os porquinhos pensaram que podiam confiar na primeira pessoa que lhes aparecesse na caminhada.
Por azar apareceram-lhes as pessoas erradas e, como diz o povo nem tudo é um conto de fadas!...
Trabalho elaborado por:
CARLOS ALBERTO MOREIRA PINTO N: 10 Turma: I Ano: 5
CARLOS ALBERTO MOREIRA PINTO N: 10 Turma: I Ano: 5
Rapunzel
Sabem a história da Rapunzel? Aquela menina que ficou presa numa torre, porque a sua mãe foi comer raponços ao jardim da vizinha e que um príncipe salvou?Pois, alguns dias depois de casados, queriam o divórcio!...
Sabem porquê? Porque o príncipe julgou que não tinha Rapunzel como esposa, mas sim Alanta, a gémea da princesa dos cabelos louros! O que as podia distinguir era a marca de nascença de Alanta: umas manchas que lembravam um «S» direito e dois «S» deitados. Mas quem impedia Rapunzel de fazer uma tatuagem igual?!
Quando o príncipe viu o ombro da sua esposa ficou desiludido pois estava lá a marca! Então, chamou a outra rapariga igual à que estava no castelo e viu-lhe o ombro. Estava lá a chata da marca!
O príncipe ficou dias a interrogar as duas e a observar as marcas... Qual delas seria Rapunzel?
Para seu espanto, apareceram no palácio mais duas jovens, com marcas idênticas e que afirmavam ser a Rapunzel!...
A esposa do príncipe afirmava ser a verdadeira Rapunzel; a segunda rapariga, que o príncipe tinha convidado, fazia sons mecânicos; a terceira ria-se e a quarta parecia má. Mas todas tinham a marca! Seriam todas a Alanta? Ou seriam todas a Rapunzel? Ou seriam quadrigémeas? Que complicado!
-De que é que te estás a rir? – perguntou o príncipe farto da risota da terceira rapariga!
-Aquela ali é a Carolina, o meu robot! Ah! Ah! Ah! – ria-se a terceira menina.
Quem diria que a segunda rapariga, que fazia sons mecânicos, era a robot da terceira! Menos uma!
A quarta rapariga revelou a sua verdadeira identidade nesse momento. Era a bruxa! Ela tentou matar o príncipe, mas, no último segundo, a primeira rapariga atacou-a com um golpe de karaté! Só Rapunzel tinha frequentado as aulas de karaté! A marca (que na verdade era uma tatuagem) só estava no ombro dela porque a fazia sentir-se especial!...
Então, a Alanta casou-se com o irmão do príncipe. Tinham a Carolina ao seu serviço. Corria tudo perfeitamente bem!
Quem não viveu assim durante um ano foi a bruxa, que ficou a limpar os livros da biblioteca real que estavam cheios de pó. Quando acabou de fazer isso, era boazinha e começou a dedicar-se à caridade.
Ela agora ajuda muita gente!...
Mas, a vida é um enredo tão complicado, não é?!...
Trabalho elaborado por: Teresa Ferreira 5ºi nº27
O Capuchinho Branco

Era uma vez uma menina que, como tantas outras, fazia anos e aguardava ansiosamente os presentes. A avó deu-lhe um capucho preto que ela adorou!
Tanto andava com aquele capucho que lhe começaram a chamar Capuchinho Preto.
Certo dia, a mãe chamou-a:
-Capuchinho, vem cá!
A menina não ouviu nada pois estava entretida a calcar as folhas das árvores com seus pequenos sapatos.
-Capuchinho vem aqui ou o teu capucho vai parar à lareira!-insistiu a mãe com voz alta e séria.
O Capuchinho, ao ouvir isto, foi logo ao encontro da mãe.
-Que se passa mãe?-perguntou ela com uma voz zangada.
-Filha, a tua avó está muito doente! –retorquiu a mãe com voz tristonha e preocupada.
-Coitadinha da avó, mas que tenho eu a ver com isso?-inquiriu a menina.
-Queria que lhe levasses esta cestinha!
-Está bem!-respondeu a menina feliz por ir passear.
Pegou na cesta , arranjou o seu capucho e despediu-se da mãe.
No caminho pôs-se a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
A certa altura encontrou o caçador que por acaso era o seu pai.
Adeus pai!-disse como se estivesse atrasada.
-Adeus filha!-respondeu o pai, admirado com a sua pressa.
Logo de seguida , o Capuchinho continuou o seu caminho a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
Quando chegou a casa da avó, sem querer, um senhor que estava a pintar a casa, deixou-lhe cair uma lata de tinta branca em cima!
O pintor foi imediatamente pedir desculpas e ajudá-la.
O Capuchinho colocou o seu capucho a secar ao sol e entrou em casa da avó.
Viu, então, o lobo a pedir em casamento a sua avó, com um anel feito da palha de uma das casas dos três porquinhos.
-Olá minha querida netinha!-saudou a avó.
-Olá vó, desculpe incomodar neste momento tão especial!-replicou a menina atrapalhada.
-Não faz mal! -disse a avó muito carinhosa.
-Então queres casar comigo avozinha? –perguntou o lobo gentilmente.
-Sim, claro que sim!- exclamou a avó que parecia que estava a deitar foguetes.
A menina desejou as maiores felicidades aos dois e entregou o cesto à avó.
-Adeus avó, adeus senhor lobo!- despediu-se ela acenando.
-Adeus Capuchinho!- responderam os dois pombinhos ao mesmo tempo.
O Capuchinho dirigiu-se para o local onde estava o capucho, agora branco, e voltou para casa.
Ao Capuchinho começaram a chamar: Capuchinho Branco. Quanto à avozinha…casou-se e viveu feliz na companhia do simpático lobo.
Ana Catarina Moreira de Almeida 5I nº3
Tanto andava com aquele capucho que lhe começaram a chamar Capuchinho Preto.
Certo dia, a mãe chamou-a:
-Capuchinho, vem cá!
A menina não ouviu nada pois estava entretida a calcar as folhas das árvores com seus pequenos sapatos.
-Capuchinho vem aqui ou o teu capucho vai parar à lareira!-insistiu a mãe com voz alta e séria.
O Capuchinho, ao ouvir isto, foi logo ao encontro da mãe.
-Que se passa mãe?-perguntou ela com uma voz zangada.
-Filha, a tua avó está muito doente! –retorquiu a mãe com voz tristonha e preocupada.
-Coitadinha da avó, mas que tenho eu a ver com isso?-inquiriu a menina.
-Queria que lhe levasses esta cestinha!
-Está bem!-respondeu a menina feliz por ir passear.
Pegou na cesta , arranjou o seu capucho e despediu-se da mãe.
No caminho pôs-se a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
A certa altura encontrou o caçador que por acaso era o seu pai.
Adeus pai!-disse como se estivesse atrasada.
-Adeus filha!-respondeu o pai, admirado com a sua pressa.
Logo de seguida , o Capuchinho continuou o seu caminho a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
Quando chegou a casa da avó, sem querer, um senhor que estava a pintar a casa, deixou-lhe cair uma lata de tinta branca em cima!
O pintor foi imediatamente pedir desculpas e ajudá-la.
O Capuchinho colocou o seu capucho a secar ao sol e entrou em casa da avó.
Viu, então, o lobo a pedir em casamento a sua avó, com um anel feito da palha de uma das casas dos três porquinhos.
-Olá minha querida netinha!-saudou a avó.
-Olá vó, desculpe incomodar neste momento tão especial!-replicou a menina atrapalhada.
-Não faz mal! -disse a avó muito carinhosa.
-Então queres casar comigo avozinha? –perguntou o lobo gentilmente.
-Sim, claro que sim!- exclamou a avó que parecia que estava a deitar foguetes.
A menina desejou as maiores felicidades aos dois e entregou o cesto à avó.
-Adeus avó, adeus senhor lobo!- despediu-se ela acenando.
-Adeus Capuchinho!- responderam os dois pombinhos ao mesmo tempo.
O Capuchinho dirigiu-se para o local onde estava o capucho, agora branco, e voltou para casa.
Ao Capuchinho começaram a chamar: Capuchinho Branco. Quanto à avozinha…casou-se e viveu feliz na companhia do simpático lobo.
Ana Catarina Moreira de Almeida 5I nº3
A princesa e seu Amor
Era uma vez uma princesa, chamada Leonor que era magra, tinha olhos azuis, cabelos louros e compridos.A princesa era uma rapariga triste, pois não havia nada que a pudesse animar.
Procurava e não encontrava o amor da sua vida para se poder casar!...
Um dia Leonor estava no seu quarto e apareceu-lhe a sua fada-madrinha.
Leonor perguntou-lhe:
-Ó, Marta será que me consegues encontrar um príncipe encantador?
-Não sei – respondeu a fada Marta.
No dia seguinte Marta apareceu no quarto de Leonor e disse-lhe:
- Leonor não fique chateada comigo mas não consegui encontrar o príncipe da tua vida.
Claro que Leonor ficou muito chocada, e desatou á procura de um príncipe.
Infelizmente não o conseguiu encontrar! Foi então que decidiu fazer uma longa viagem.
No caminho encontrou um enorme dragão verde. Ela tentou passar por ele para continuar a sua viagem, e conseguiu-o.
No fim da viagem, Leonor encontrou um castelo mas havia lá um dragão de três cabeças a vigiar.
Ela pediu-lhe para entrar e ele deixou.
Quando Leonor entrou não sabia que era uma armadilha!
Infelizmente foi para o hospital, não ficou nada bem!
Passados alguns dias Leonor já não estava doente e foi outra vez ao castelo. O príncipe pediu-a em casamento.
E assim viveram felizes para sempre.
Trabalho realizado por:
Ana Micaela Ribeiro, nº4 , 5ºI
Rute Isabel Silva, nº26, 5ºI
Rute Isabel Silva, nº26, 5ºI
Bonitote
Numa aldeia havia um moleiro muito mentiroso, mas tinha uma filha muito bonita que se chamava Florinda.O moleiro tinha muito, mas mesmo muito orgulho na filha. A ponto de lhe arranjar problemas, de tanto que a gabava.
Chegou aos ouvidos do rei que filha do moleiro transformava palha em ouro.
O rei mandou chamar a menina e disse:
- Amanhã quero esta palha convertida em ouro! Se não o fizeres castigo-te.
A menina pôs-se a chorar. Pois não conseguia converter palha em ouro.
Pela janela entrou um anãozinho que a queria ajudar na dura tarefa que só ele conseguia fazer pois tinha poderes mágicos.
Florinda aceitou.
O anãozinho passou a noite a ficar.
No dia seguinte, a palha era um monte de ouro. O rei ficou feliz e pediu a menina em casamento. Ela aceitou.
Um ano depois nasceu um bebé.
Constou-se na aldeia o nascimento da criança.
Uma fada má sabia de toda a história. Resolveu ir à procura do anãozinho respondeu:
-Mas ela não sabe que me chamo «BONITOTE» .
A fada má disse-lhe:
-Vai lá e pergunta-lhe, se ela não souber tiras-lhe a filha.
Mal eles sabiam que os sete cabritinhos estavam a ouvir a conversa e foram ajudar a princesa.
-olá princesa. O anãozinho que te ajudou a fiar a palha, vai querer tirar-te o filho, se tu não adivinhares o seu nome.
A princesa respondeu:
-Ajudem-me então! Como é que ele se chama?
Os sete cabritinhos responderam:
-Chama-se «BONITOTE».
-Obrigada!!!
-De nada.
Passados três dia lá apareceu o anãozinho. E perguntou-lhe:
-Lembras-te de mim?
-Sim.
-E do favor que eu te fiz?
-Também.
-Então vou-te fazer uma pergunta. Se não souberes vou ter que te levar o teu filho. Como é que eu me chamo?
-Tu chamas-te …«BONITOTE»
-Ah…Como é que tu sabes?
-Alguém me disse!
O anãozinho foi ter com a fada má, ela fez-lhe um feitiço e nunca mais ninguém o viu.
E a princesa fez uma festa na aldeia. E convidou os Sete Cabritinhos, o Lobo Mau, o Patinho Feio, a Branca de Neve, a Menina dos Sapatos Vermelhos, o João Sem Medo…
E ficaram todos felizes.
A princesa mostrava o filho a toda a gente …Para dizer a verdade, o bebé era um bocadinho feiote … Mas o amor de mãe é cego!...E cegos eram também os convidados que estavam encantados.
Trabalho elaborado por: Ana Rodrigues
N º 2 5º I
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