
Era uma vez uma menina que, como tantas outras, fazia anos e aguardava ansiosamente os presentes. A avó deu-lhe um capucho preto que ela adorou!
Tanto andava com aquele capucho que lhe começaram a chamar Capuchinho Preto.
Certo dia, a mãe chamou-a:
-Capuchinho, vem cá!
A menina não ouviu nada pois estava entretida a calcar as folhas das árvores com seus pequenos sapatos.
-Capuchinho vem aqui ou o teu capucho vai parar à lareira!-insistiu a mãe com voz alta e séria.
O Capuchinho, ao ouvir isto, foi logo ao encontro da mãe.
-Que se passa mãe?-perguntou ela com uma voz zangada.
-Filha, a tua avó está muito doente! –retorquiu a mãe com voz tristonha e preocupada.
-Coitadinha da avó, mas que tenho eu a ver com isso?-inquiriu a menina.
-Queria que lhe levasses esta cestinha!
-Está bem!-respondeu a menina feliz por ir passear.
Pegou na cesta , arranjou o seu capucho e despediu-se da mãe.
No caminho pôs-se a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
A certa altura encontrou o caçador que por acaso era o seu pai.
Adeus pai!-disse como se estivesse atrasada.
-Adeus filha!-respondeu o pai, admirado com a sua pressa.
Logo de seguida , o Capuchinho continuou o seu caminho a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
Quando chegou a casa da avó, sem querer, um senhor que estava a pintar a casa, deixou-lhe cair uma lata de tinta branca em cima!
O pintor foi imediatamente pedir desculpas e ajudá-la.
O Capuchinho colocou o seu capucho a secar ao sol e entrou em casa da avó.
Viu, então, o lobo a pedir em casamento a sua avó, com um anel feito da palha de uma das casas dos três porquinhos.
-Olá minha querida netinha!-saudou a avó.
-Olá vó, desculpe incomodar neste momento tão especial!-replicou a menina atrapalhada.
-Não faz mal! -disse a avó muito carinhosa.
-Então queres casar comigo avozinha? –perguntou o lobo gentilmente.
-Sim, claro que sim!- exclamou a avó que parecia que estava a deitar foguetes.
A menina desejou as maiores felicidades aos dois e entregou o cesto à avó.
-Adeus avó, adeus senhor lobo!- despediu-se ela acenando.
-Adeus Capuchinho!- responderam os dois pombinhos ao mesmo tempo.
O Capuchinho dirigiu-se para o local onde estava o capucho, agora branco, e voltou para casa.
Ao Capuchinho começaram a chamar: Capuchinho Branco. Quanto à avozinha…casou-se e viveu feliz na companhia do simpático lobo.
Ana Catarina Moreira de Almeida 5I nº3
Tanto andava com aquele capucho que lhe começaram a chamar Capuchinho Preto.
Certo dia, a mãe chamou-a:
-Capuchinho, vem cá!
A menina não ouviu nada pois estava entretida a calcar as folhas das árvores com seus pequenos sapatos.
-Capuchinho vem aqui ou o teu capucho vai parar à lareira!-insistiu a mãe com voz alta e séria.
O Capuchinho, ao ouvir isto, foi logo ao encontro da mãe.
-Que se passa mãe?-perguntou ela com uma voz zangada.
-Filha, a tua avó está muito doente! –retorquiu a mãe com voz tristonha e preocupada.
-Coitadinha da avó, mas que tenho eu a ver com isso?-inquiriu a menina.
-Queria que lhe levasses esta cestinha!
-Está bem!-respondeu a menina feliz por ir passear.
Pegou na cesta , arranjou o seu capucho e despediu-se da mãe.
No caminho pôs-se a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
A certa altura encontrou o caçador que por acaso era o seu pai.
Adeus pai!-disse como se estivesse atrasada.
-Adeus filha!-respondeu o pai, admirado com a sua pressa.
Logo de seguida , o Capuchinho continuou o seu caminho a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
Quando chegou a casa da avó, sem querer, um senhor que estava a pintar a casa, deixou-lhe cair uma lata de tinta branca em cima!
O pintor foi imediatamente pedir desculpas e ajudá-la.
O Capuchinho colocou o seu capucho a secar ao sol e entrou em casa da avó.
Viu, então, o lobo a pedir em casamento a sua avó, com um anel feito da palha de uma das casas dos três porquinhos.
-Olá minha querida netinha!-saudou a avó.
-Olá vó, desculpe incomodar neste momento tão especial!-replicou a menina atrapalhada.
-Não faz mal! -disse a avó muito carinhosa.
-Então queres casar comigo avozinha? –perguntou o lobo gentilmente.
-Sim, claro que sim!- exclamou a avó que parecia que estava a deitar foguetes.
A menina desejou as maiores felicidades aos dois e entregou o cesto à avó.
-Adeus avó, adeus senhor lobo!- despediu-se ela acenando.
-Adeus Capuchinho!- responderam os dois pombinhos ao mesmo tempo.
O Capuchinho dirigiu-se para o local onde estava o capucho, agora branco, e voltou para casa.
Ao Capuchinho começaram a chamar: Capuchinho Branco. Quanto à avozinha…casou-se e viveu feliz na companhia do simpático lobo.
Ana Catarina Moreira de Almeida 5I nº3

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