«Quem conta um conto acrescenta um ponto»

É verdade, não o podemos negar! Mas, após a leitura de tantos contos, já não nos chegam os pontos a acrescentar... Por isso, reinventámos os contos lidos, cruzámos as histórias que nos acompanharam ao longo destes últimos anos, ao sabor da nossa imaginação. Surge assim o projecto “Histórias às avessas”. Relaxem, leiam e…divirtam-se!
Alunos do 5ºI
Professora de Língua Portuguesa

A princesa e os seus desejos

Era uma vez uma princesa chamada Alice que tinha cabelos loiros, olhos azuis, usava um vestido cor-de-rosa e uns sapatos doirados. Era simpática e carinhosa.
Certo dia encontrou o seu príncipe encantado: era um jovem de cabelos castanhos e olhos verdes, simpático mas com um ar distante e misterioso.
A princesa Alice, para saber se tinha hipóteses de conquistar o príncipe, decidiu pedir ajuda a um vidente. Partiu no seu cavalo alado e dirigiu-se a casa do famoso vidente que lhe disse que se fosse persistente o conseguiria conquistar. A princesa agradeceu e, toda feliz, foi pelas ruas procurar o seu amado.
Passado algum tempo, encontrou um castelo. A jovem tinha a certeza que era lá que o príncipe morava. Ao entrar no castelo, encontrou uma enorme escadaria. Silenciosamente, começou a subir as escadas, mas caiu numa ratoeira e magoou-se.
O príncipe , ao ver a princesa Alice presa na ratoeira, foi socorrê-la e levou-a para o seu quarto.
No dia seguinte, a princesa ficou na cama porque ainda estava muito magoada no pé. O príncipe por ali ficou a tratar da jovem... Conversa puxa conversa e o inevitável aconteceu: os jovens apaixonaram-se.
Não tardou a boda do casamento! Passados alguns anos tiveram um filho que foi dos filhos mais queridos do mundo!...

Carlos Daniel Nº12 e Diogo Silva Nº15

Os três porquinhos

Três porquinhos viviam na casa da sua avó.
Um dia foram correr mundo à procura de alguma sorte.
O primeiro porquinho encontrou uma jovem rapariga que tinha ido a uma floresta procurar lenha. O porquinho pediu-lhe um molho de lenha.
Inesperadamente, a jovem pegou na sua pistola e deu-lhe dois tiros na cabeça. Depois, enterrou-o no meio da floresta para ninguém o encontrar.
Mas quem matou o porquinho?! Pois bem… Foi a Branca de Neve!
O segundo porquinho foi ter a casa de uns senhores que o prenderam numa corte. Passado um mês, bem alimentado, foi morto e servido ao jantar. Esses senhores eram conhecidos pelos sete anões.
O último porquinho teve o mesmo azar!
Foi ao encontro de uma bela menina chamada Capuchinho Vermelho. Quando chegaram à estrada, ela apanhou-o distraído e empurrou-o. O pobre porquinho foi atropelado por um camião.
Os porquinhos pensaram que podiam confiar na primeira pessoa que lhes aparecesse na caminhada.
Por azar apareceram-lhes as pessoas erradas e, como diz o povo nem tudo é um conto de fadas!...

Trabalho elaborado por:
CARLOS ALBERTO MOREIRA PINTO N: 10 Turma: I Ano: 5

Rapunzel

Sabem a história da Rapunzel? Aquela menina que ficou presa numa torre, porque a sua mãe foi comer raponços ao jardim da vizinha e que um príncipe salvou?
Pois, alguns dias depois de casados, queriam o divórcio!...
Sabem porquê? Porque o príncipe julgou que não tinha Rapunzel como esposa, mas sim Alanta, a gémea da princesa dos cabelos louros! O que as podia distinguir era a marca de nascença de Alanta: umas manchas que lembravam um «S» direito e dois «S» deitados. Mas quem impedia Rapunzel de fazer uma tatuagem igual?!
Quando o príncipe viu o ombro da sua esposa ficou desiludido pois estava lá a marca! Então, chamou a outra rapariga igual à que estava no castelo e viu-lhe o ombro. Estava lá a chata da marca!
O príncipe ficou dias a interrogar as duas e a observar as marcas... Qual delas seria Rapunzel?
Para seu espanto, apareceram no palácio mais duas jovens, com marcas idênticas e que afirmavam ser a Rapunzel!...
A esposa do príncipe afirmava ser a verdadeira Rapunzel; a segunda rapariga, que o príncipe tinha convidado, fazia sons mecânicos; a terceira ria-se e a quarta parecia má. Mas todas tinham a marca! Seriam todas a Alanta? Ou seriam todas a Rapunzel? Ou seriam quadrigémeas? Que complicado!
-De que é que te estás a rir? – perguntou o príncipe farto da risota da terceira rapariga!
-Aquela ali é a Carolina, o meu robot! Ah! Ah! Ah! – ria-se a terceira menina.
Quem diria que a segunda rapariga, que fazia sons mecânicos, era a robot da terceira! Menos uma!
A quarta rapariga revelou a sua verdadeira identidade nesse momento. Era a bruxa! Ela tentou matar o príncipe, mas, no último segundo, a primeira rapariga atacou-a com um golpe de karaté! Só Rapunzel tinha frequentado as aulas de karaté! A marca (que na verdade era uma tatuagem) só estava no ombro dela porque a fazia sentir-se especial!...
Então, a Alanta casou-se com o irmão do príncipe. Tinham a Carolina ao seu serviço. Corria tudo perfeitamente bem!
Quem não viveu assim durante um ano foi a bruxa, que ficou a limpar os livros da biblioteca real que estavam cheios de pó. Quando acabou de fazer isso, era boazinha e começou a dedicar-se à caridade.
Ela agora ajuda muita gente!...
Mas, a vida é um enredo tão complicado, não é?!...

Trabalho elaborado por: Teresa Ferreira 5ºi nº27

O Capuchinho Branco


Era uma vez uma menina que, como tantas outras, fazia anos e aguardava ansiosamente os presentes. A avó deu-lhe um capucho preto que ela adorou!
Tanto andava com aquele capucho que lhe começaram a chamar Capuchinho Preto.
Certo dia, a mãe chamou-a:
-Capuchinho, vem cá!
A menina não ouviu nada pois estava entretida a calcar as folhas das árvores com seus pequenos sapatos.
-Capuchinho vem aqui ou o teu capucho vai parar à lareira!-insistiu a mãe com voz alta e séria.
O Capuchinho, ao ouvir isto, foi logo ao encontro da mãe.
-Que se passa mãe?-perguntou ela com uma voz zangada.
-Filha, a tua avó está muito doente! –retorquiu a mãe com voz tristonha e preocupada.
-Coitadinha da avó, mas que tenho eu a ver com isso?-inquiriu a menina.
-Queria que lhe levasses esta cestinha!
-Está bem!-respondeu a menina feliz por ir passear.
Pegou na cesta , arranjou o seu capucho e despediu-se da mãe.
No caminho pôs-se a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!

A certa altura encontrou o caçador que por acaso era o seu pai.
Adeus pai!-disse como se estivesse atrasada.
-Adeus filha!-respondeu o pai, admirado com a sua pressa.
Logo de seguida , o Capuchinho continuou o seu caminho a cantar:
Eu vou, eu vou, eu vou
Visitar a minha avó
Eu vou, eu vou!
Quando chegou a casa da avó, sem querer, um senhor que estava a pintar a casa, deixou-lhe cair uma lata de tinta branca em cima!
O pintor foi imediatamente pedir desculpas e ajudá-la.
O Capuchinho colocou o seu capucho a secar ao sol e entrou em casa da avó.
Viu, então, o lobo a pedir em casamento a sua avó, com um anel feito da palha de uma das casas dos três porquinhos.
-Olá minha querida netinha!-saudou a avó.
-Olá vó, desculpe incomodar neste momento tão especial!-replicou a menina atrapalhada.
-Não faz mal! -disse a avó muito carinhosa.
-Então queres casar comigo avozinha? –perguntou o lobo gentilmente.
-Sim, claro que sim!- exclamou a avó que parecia que estava a deitar foguetes.
A menina desejou as maiores felicidades aos dois e entregou o cesto à avó.
-Adeus avó, adeus senhor lobo!- despediu-se ela acenando.
-Adeus Capuchinho!- responderam os dois pombinhos ao mesmo tempo.
O Capuchinho dirigiu-se para o local onde estava o capucho, agora branco, e voltou para casa.
Ao Capuchinho começaram a chamar: Capuchinho Branco. Quanto à avozinha…casou-se e viveu feliz na companhia do simpático lobo.

Ana Catarina Moreira de Almeida 5I nº3

A princesa e seu Amor

Era uma vez uma princesa, chamada Leonor que era magra, tinha olhos azuis, cabelos louros e compridos.
A princesa era uma rapariga triste, pois não havia nada que a pudesse animar.
Procurava e não encontrava o amor da sua vida para se poder casar!...
Um dia Leonor estava no seu quarto e apareceu-lhe a sua fada-madrinha.
Leonor perguntou-lhe:
-Ó, Marta será que me consegues encontrar um príncipe encantador?
-Não sei – respondeu a fada Marta.
No dia seguinte Marta apareceu no quarto de Leonor e disse-lhe:
- Leonor não fique chateada comigo mas não consegui encontrar o príncipe da tua vida.
Claro que Leonor ficou muito chocada, e desatou á procura de um príncipe.
Infelizmente não o conseguiu encontrar! Foi então que decidiu fazer uma longa viagem.
No caminho encontrou um enorme dragão verde. Ela tentou passar por ele para continuar a sua viagem, e conseguiu-o.
No fim da viagem, Leonor encontrou um castelo mas havia lá um dragão de três cabeças a vigiar.
Ela pediu-lhe para entrar e ele deixou.
Quando Leonor entrou não sabia que era uma armadilha!
Infelizmente foi para o hospital, não ficou nada bem!
Passados alguns dias Leonor já não estava doente e foi outra vez ao castelo. O príncipe pediu-a em casamento.
E assim viveram felizes para sempre.

Trabalho realizado por:
Ana Micaela Ribeiro, nº4 , 5ºI
Rute Isabel Silva, nº26, 5ºI

Bonitote

Numa aldeia havia um moleiro muito mentiroso, mas tinha uma filha muito bonita que se chamava Florinda.
O moleiro tinha muito, mas mesmo muito orgulho na filha. A ponto de lhe arranjar problemas, de tanto que a gabava.
Chegou aos ouvidos do rei que filha do moleiro transformava palha em ouro.
O rei mandou chamar a menina e disse:
- Amanhã quero esta palha convertida em ouro! Se não o fizeres castigo-te.
A menina pôs-se a chorar. Pois não conseguia converter palha em ouro.
Pela janela entrou um anãozinho que a queria ajudar na dura tarefa que só ele conseguia fazer pois tinha poderes mágicos.
Florinda aceitou.
O anãozinho passou a noite a ficar.
No dia seguinte, a palha era um monte de ouro. O rei ficou feliz e pediu a menina em casamento. Ela aceitou.
Um ano depois nasceu um bebé.
Constou-se na aldeia o nascimento da criança.
Uma fada má sabia de toda a história. Resolveu ir à procura do anãozinho respondeu:
-Mas ela não sabe que me chamo «BONITOTE» .
A fada má disse-lhe:
-Vai lá e pergunta-lhe, se ela não souber tiras-lhe a filha.
Mal eles sabiam que os sete cabritinhos estavam a ouvir a conversa e foram ajudar a princesa.
-olá princesa. O anãozinho que te ajudou a fiar a palha, vai querer tirar-te o filho, se tu não adivinhares o seu nome.
A princesa respondeu:
-Ajudem-me então! Como é que ele se chama?
Os sete cabritinhos responderam:
-Chama-se «BONITOTE».
-Obrigada!!!
-De nada.
Passados três dia lá apareceu o anãozinho. E perguntou-lhe:
-Lembras-te de mim?
-Sim.
-E do favor que eu te fiz?
-Também.
-Então vou-te fazer uma pergunta. Se não souberes vou ter que te levar o teu filho. Como é que eu me chamo?
-Tu chamas-te …«BONITOTE»
-Ah…Como é que tu sabes?
-Alguém me disse!
O anãozinho foi ter com a fada má, ela fez-lhe um feitiço e nunca mais ninguém o viu.
E a princesa fez uma festa na aldeia. E convidou os Sete Cabritinhos, o Lobo Mau, o Patinho Feio, a Branca de Neve, a Menina dos Sapatos Vermelhos, o João Sem Medo…
E ficaram todos felizes.
A princesa mostrava o filho a toda a gente …Para dizer a verdade, o bebé era um bocadinho feiote … Mas o amor de mãe é cego!...E cegos eram também os convidados que estavam encantados.
Trabalho elaborado por: Ana Rodrigues
N º 2 5º I

Branca de Neve e os Sete Anões Professores


Numa linda manhã de Primavera, aconteceu algo muito importante para o reino da Flor Amarela: a pequena princesa nasceu! A menina era branca, tão branca como flocos de neve, daí o seu nome – Branca de Neve.
Passado algum tempo, a rainha , sua mãe, faleceu. Branca de Neve ficou revoltada e passou a ter comportamentos muito estranhos.
O rei estava farto e não parava de contratar os melhores professores mas nada nem ninguém a fazia mudar!...
Até que um dia veio um anúncio no jornal que dizia:

“Sete anões professores
educam qualquer um sem problemas.
Se estiver interessado ligue para
o número: 917722417”

O rei decidiu arriscar e, passada uma semana, já Branca de Neve estava nas mãos dos sete anões.
Os anões eram muito rigorosos por isso Branca de Neve não gostava nada deles. Era ela quem cozinha, arrumava, limpava, enfim, tratava de tudo. Os anões eram electricistas e tinham uma empresa chamada “ Anões Luminosos e Companhia, Limitada”.
Mas o engraçado foi que Branca de Neve, com o decorrer dos dias, passou a gostar dos anões. Pouco a pouco, ela foi-se tornando mais compreensiva, mais adulta…
Os anões aperceberam-se disso e ligaram ao rei para a vir buscar. O rei disse que chegava dentro de dois dias.
Entretanto, Branca de Neve encontra um rapaz muito giro, de cabelo loiro e olhos azuis. A princesa apaixonou-se! Trocaram logo o número de telemóvel.
Quando Branca de Neve chegou ao castelo e foi ter com o rei, seu pai, houve uma surpresa: ela estava mais rabugenta do que nunca pois o namorado tinha acabado com ela!
Os anões foram despedidos e Branca de Neve viveu infeliz para sempre!...


Trabalho elaborado por:
Marta Cristina Soares Moreira
Nº 22

João Sem Medo

Era uma vez um menino que se chamava João Sem Medo, mas na verdade ele tinha medo de tudo!...
Andou a espalhar pela aldeia que não tinha medo de nada.
E um dia o rei disse-lhe:
- Vais passar 3 noites no castelo. Se não tiveres medo de nada, dou-te a mão da minha filha em casamento!
João aceitou, porque queria casar com a princesa. Nem pensou que ia ter medo, pois era medricas.
Na primeira tarde, João sentou-se debaixo de uma árvore.
E, de repente, apareceu um lobo mau que o queria comer.
João conseguiu defender-se com um pau que tinha à mão.
Depois, chegou ao castelo e foi descansar.
Apareceu-lhe então um fantasma. Ele ficou tão aflito que se escondeu debaixo da cama.
Na segunda noite, João ia passear pelo castelo. Apareceram três gatos maus que o queriam morder. João começou a correr cheio de medo.
Na terceira noite, apareceu-lhe um gigante. O João Sem Medo enfrentou-o mas era tal o medo que sentia que desatou a tremer todo e fugiu.
Foi assim que o rei descobriu que ele tinha medo de tudo e de todos.
Começaram a chamar-lhe João Com Medo.
Quando o viam, toda a gente se juntava e dizia:
-Olha o João Com Medo, olha o João Com Medo…
E assim ele aprendeu que nunca se deve mentir!

Ana Catarina Lourenço

A Formiga e a Cigarra apaixonada

Era uma vez uma formiga muito trabalhadora que durante o Verão trabalhava no campo de milho.
Ao lado da sua casa vivia uma cigarra que dormia de noite e de dia cantarolava. Esta tinha encontrado a sua alma gémea no coração da formiguinha.
Um dia, a cigarra lá ia muito janota, de fato e gravatinha de linho, pedir à formiguinha se queria casar com ela.
A formiga não achou que o casamento corresse bem mas, lá no fundo, tinha um fraquinho pela cigarra.
Afinal não se diz que os opostos se atraem?!...
Quando se deu o casamento, foram em lua-de-melb para o Havai e voltaram muito felizes.
No fim desta história alguém mudou pois a cigarrinha, aquela dorminhoca, hoje em dia trabalha horas e horas a fio para ajudar a mulher!...

Trabalho elaborado por: Eduardo Castro - 5ºI

O Patinho Bonito

Numa bela manhã, em que o sol acabara de nascer, uma patinha roliça dava à luz cinco belos patinhos amarelinhos.
Era tão lindo ver aqueles patinhos a sair da casca!...
Todos eram iguais, mas havia um muito especial, era diferente de todos os outros, na verdade era o mais bonito.
Este era branco como a mãe e tinha uns belos olhos azuis, claros e fofos.
Aos poucos e poucos, os patos foram crescendo e aprendendo a nadar, nadavam muito bem, mas o que nadava melhor era o patinho branco.
Quando chegou a hora de procurar alimento, os cinco patinhos cheios de fome procuraram-no entre as ervas do campo.
Todos arranjaram mas o tal patinho que nascera primeiro conseguira maior quantidade!
Todos ficaram espantados e sentiam inveja do irmão que fazia tudo, tudo melhor do que eles!...
Um dia, fartos do irmão, decidiram pregar-lhe uma valente partida!
Quando estivesse a nadar afogá-lo-iam sem dó nem piedade!
A mãe não reparara porque estava muito ocupada a fazer o ninho.
Será que o patinho se tinha safado?!...
Por sorte não se afogara, pois nadara muito bem debaixo de água.
A paisagem era bonita mas tinha de voltar para terra.
Perto dali ficava o bosque!
Cheio de sede e faminto procurou um lugar para ficar.
Ao longe, avistou uma bela casa, aproximou-se e bateu à porta.
Ninguém atendeu, por isso resolveu entrar!
Mal entrara viu sete pequenos bancos à volta de uma mesa, sete copos, sete talheres, um armário, um fogão, uma taça de cereais…
Ao ver os cereais ficou deliciado, não resistiu e foi comê-los.
Meio ensonado, avançou e foi parar a um quarto, com sete pequenas camas e adormeceu.
Os anões, ao chegarem da cansativa caça ao tesouro, tiveram uma grande surpresa.
Viram que alguém tinha entrado em casa sem permissão.
O mais velho disse:
-Está alguém a invadir a nossa casa, vamos fazer alguma coisa.
-Oh, se calhar é a Branca de Neve!
-Não me parece que ela fosse capaz de comer uma taça de cereais!...
-Ai, estou exausto, vou descansar! – exclamou um deles – Meu Deus, o que é isto?
-É um pato, óbvio – retorquiram os outros.
-Vamos acordá-lo.
O pato assustou-se, acordou e desculpou-se:
-Desculpem entrar em vossa casa sem permissão, mas estava cheio de fome e com sono.
Eles compreenderam, já que lhes acontecera coisas assim na história da Branca de Neve.
Ficaram amigos e o patinho ficou a viver lá.
No dia seguinte, a Branca de Neve foi visitar os anões, viu que tinham visitas e foi cumprimentar o pato.
-Branca de Neve, o que vieste cá fazer? – exclamou um deles.
-Vim convidar-vos para o meu casamento e tive uma brilhante ideia.
-Porque é que o pato não é o menino das alianças?
Assim foi! Depois do casamento, o patinho ficou a viver no castelo de Branca de Neve e nunca mais teve problemas!

Trabalho elaborado por: Cláudia Sousa - 5ºI

A Branca de Neve e os sete anões – história às avessas

Era uma vez uma menina chamada Branca de Neve. Esta menina era muito má e não gostava nada da esposa do rei, seu pai. A madrasta era correcta e impunha respeito, o que fazia com que a menina a detestasse ainda mais porque assim não podia fazer o que queria.
Certo dia, a Branca de Neve preparou um plano contra a sua madrasta, que consistia em chamar um dos seus empregados para a levar para a floresta, matar e retirar o coração.
A madrasta apareceu na floresta, o caçador viu-a mas teve tanta pena que não a matou. Tirou o coração a um veado para mostrar à Branca de Neve e regressou ao palácio.
Enquanto passeava pela floresta, a madrasta encontrou uma pequena casa onde viviam sete anões. Bateu à porta e pediu-lhes se podia ficar lá a viver. A resposta dos anões foi afirmativa e a madrasta instalou-se na pequena casinha.
No dia seguinte, os sete anões, como de costume, foram trabalhar para as minas e a madrasta foi dar um passeio. Nesse mesmo dia, a Branca de Neve também estava a passear e viu a sua madrasta bem viva. A madrasta não a viu e continuou calmamente o seu passeio.
Depois deste episódio, a Branca de Neve, vestiu-se de vendedora de maçãs para enganar e envenenar a sua madrasta. Esta, acabada de chegar a casa, abriu a porta à vendedora de maçãs disfarçada que lhe perguntou se queria uma maçã. A madrasta aceitou, comeu a maçã envenenada e desmaiou. Só uma pessoa muito especial a podia acordar, quebrando assim o feitiço.
Os sete anões regressaram da mina e acharam que a madrasta estava morta. Passado algum tempo, um dos anões (o mais amigo da madrasta) beijou-a para se despedir dela para sempre. A madrasta acordou imediatamente e ficaram todos muito felizes. Acabou por casar com o anão que a tinha salvo e viveram felizes para sempre.
A Branca de Neve regressou ao palácio e acabou por se arrepender do que fizera, pois o rei casou novamente com uma mulher que nem sequer gostava dela e lhe fazia a vida num inferno! Assim, teve o seu merecido castigo…

Diogo João Magalhães Silva 5:I Nº:15

A Cinderela


Era uma vez uma menina chamada Cinderela.
A mãe da Cinderela morreu e a menina tornou-se um pouco agressiva e má.
O pai casou-se e a sua madrasta tinha duas filhas que eram muito simpáticas.
Cinderela obrigava as suas meias-irmãs a trabalhar e a madrasta não podia fazer nada porque o seu casamento poderia acabar.
Um dia, Cinderela recebeu um convite para ir a um baile e as suas meias-irmãs ouviram e perguntaram se podiam ir. Ela disse que sim, mas primeiro tinham que arrumar.
Elas foram logo para o quarto arranjar um vestido, depois foram arrumar.
Elas conseguiram fazer todo o trabalho e foram ao baile.
A Cinderela encontrou um belo príncipe com quem dançou. A meio de uma dança perdeu o seu sapato, caiu e ficou envergonhada de tal maneira que se foi embora.
O príncipe nem sequer ligou e continuou a dançar.
Ele encontrou um sapato e perguntou de quem era mas ninguém respondeu. Então decidiu que todas as meninas o deviam experimentar. Serviu a uma das meias-irmãs da Cinderela, a Anastácia.
Quando a Cinderela descobriu ficou furiosa porque o sapato não era da sua meia-irmã, era dela.
Então começou a dar tantos saltos que desapareceu debaixo da terra.
E assim, Anastácia ficou feliz com o príncipe.
Fizeram uma grande festa, convidaram a Branca de Neve, o Capuchinho Vermelho, o João Sem Medo, os Três Porquinhos, a Bela Adormecida…
Só Cinderela não apareceu…Segundo dizem perdeu-se num dos milhares de labirintos de toupeira que existem debaixo da terra!

Ana Rita Sousa Moreira
Nº 6 5ºI

O Corvo e a Raposa

Num dia de Verão, de manhã cedo, os animais acordaram.
O corvo tinha madrugado, pois com a barriga a dar horas não conseguia pregar olho.
A raposa, fina como era, também não dormia, andava a ver se encontrava animais a dormir para lhes roubar os filhos ou alguma comida. A raposa era inteligente: com o Outono a aproximar-se, ela tinha de encontrar alimento para nos dias frios e chuvosos ficar em casa confortável e com muita comida.
O corvo pensou em dizer à raposa que no dia anterior os três porquinhos tinham feito queijo e, enquanto ela ia a casa deles, o corvo roubava-lhe a comida toda!
A raposa, armada em heroína, bateu à porta dos três porquinhos e eles foram ver quem era. Então, a espertalhona entrou pela janela e roubou o queijo.
Quando eles deram pela falta do queijo espreitaram pela janela e viram que a raposa o tinha. Rapidamente ligaram para o seu segurança, que era o senhor lobo. Entretanto o lobo chegou, apanhou a raposa com o queijo e tirou-lho imediatamente, deixando-a furiosa.
A raposa foi muito triste para sua casa e, quando lá chegou, mais triste ficou pois o corvo tinha-lhe roubado a comida.
Assim a raposa aprendeu uma lição: quem tudo quer, tudo perde!

Emanuel José Cardoso Moreira nº18 5ºI

St Valentine's Day

It is the day of people in love.
People send Valentine cards and presents to their husbands, wives, boyfriends and girlfriends.
You can also send cards to people you don't know. Traditionally you don't write your name on it.

Inglês - 5ºI

Rosto


EVT - 5ºI
Ano lectivo 2007/08

Mascarilhas


EVT - 5ºI
Ano lectivo 2007/08