Rapunzel

Sabem a história da Rapunzel? Aquela menina que ficou presa numa torre, porque a sua mãe foi comer raponços ao jardim da vizinha e que um príncipe salvou?
Pois, alguns dias depois de casados, queriam o divórcio!...
Sabem porquê? Porque o príncipe julgou que não tinha Rapunzel como esposa, mas sim Alanta, a gémea da princesa dos cabelos louros! O que as podia distinguir era a marca de nascença de Alanta: umas manchas que lembravam um «S» direito e dois «S» deitados. Mas quem impedia Rapunzel de fazer uma tatuagem igual?!
Quando o príncipe viu o ombro da sua esposa ficou desiludido pois estava lá a marca! Então, chamou a outra rapariga igual à que estava no castelo e viu-lhe o ombro. Estava lá a chata da marca!
O príncipe ficou dias a interrogar as duas e a observar as marcas... Qual delas seria Rapunzel?
Para seu espanto, apareceram no palácio mais duas jovens, com marcas idênticas e que afirmavam ser a Rapunzel!...
A esposa do príncipe afirmava ser a verdadeira Rapunzel; a segunda rapariga, que o príncipe tinha convidado, fazia sons mecânicos; a terceira ria-se e a quarta parecia má. Mas todas tinham a marca! Seriam todas a Alanta? Ou seriam todas a Rapunzel? Ou seriam quadrigémeas? Que complicado!
-De que é que te estás a rir? – perguntou o príncipe farto da risota da terceira rapariga!
-Aquela ali é a Carolina, o meu robot! Ah! Ah! Ah! – ria-se a terceira menina.
Quem diria que a segunda rapariga, que fazia sons mecânicos, era a robot da terceira! Menos uma!
A quarta rapariga revelou a sua verdadeira identidade nesse momento. Era a bruxa! Ela tentou matar o príncipe, mas, no último segundo, a primeira rapariga atacou-a com um golpe de karaté! Só Rapunzel tinha frequentado as aulas de karaté! A marca (que na verdade era uma tatuagem) só estava no ombro dela porque a fazia sentir-se especial!...
Então, a Alanta casou-se com o irmão do príncipe. Tinham a Carolina ao seu serviço. Corria tudo perfeitamente bem!
Quem não viveu assim durante um ano foi a bruxa, que ficou a limpar os livros da biblioteca real que estavam cheios de pó. Quando acabou de fazer isso, era boazinha e começou a dedicar-se à caridade.
Ela agora ajuda muita gente!...
Mas, a vida é um enredo tão complicado, não é?!...

Trabalho elaborado por: Teresa Ferreira 5ºi nº27

2 comentários:

Anónimo disse...

qe poodre '

livia disse...

meu tipo eu entendi mas,eeu não sabia que na história da Rapunsel tinha alanta e sei la mas ficou da hora so que estranho ainda bem que esquece eu gostei fico meio tipo zuado so que zuado na boa fico loco eu gostei.